quinta-feira, 1 de junho de 2017
Balanço da disciplina
O balanço desta disciplina foi positivo. Aprendemos a usar programas, como o Adobe photoshop, o scratch, aprendemos alguns temas teóricos sobre o computador (Hardware e Software), Aprendemos a mudar os tipos de ficheiros por exemplo de jpeg para bmp e vice versa. Com esta disciplina ficamos muito mais cultos sobre o que podemos fazer com o computador
Projeto final Scratch
https://scratch.mit.edu/projects/163741012/
Este projeto foi uma experiência bastante positiva, pois nunca antes pensamos que criar um jogo fosse tão fácil e houvesse programas tão simples para o fazer e nesta disciplina descobrimos que é possível criar jogos simples, E depois podemos jogá-lo.
Este projeto foi uma experiência bastante positiva, pois nunca antes pensamos que criar um jogo fosse tão fácil e houvesse programas tão simples para o fazer e nesta disciplina descobrimos que é possível criar jogos simples, E depois podemos jogá-lo.
terça-feira, 2 de maio de 2017
Ada Lovelace
Ada Lovelace é reconhecida como o primeiro programador de computadores de toda a História. Durante o período que esteve envolvida no projecto de Charles Babbage, desenvolveu algoritmos que permitiriam à máquina computar os valores de funções matemáticas.
Também publicou uma coleção de notas sobre o Engenho Analítico.
Nasceu 1815.
O seu nome de baptismo foi Augusta Ada King, Lady Lovelace para a posteridade. O seu pai era Lord Byron, o famoso poeta romântico.
Ada foi educada como muitos aristocratas da época, por tutores pessoais. Manifestou desde cedo uma enorme apetência para a Matemática - os estudos mais avançados foram feitos sob a supervisão de De Morgan. Considerada a primeira programadora de computadores, trabalhou com Charles Babbage, escrevendo inúmeros pareceres sobre o seu Differencial Engine e Analytical Engine.
Morreu em 1852.
Nos anos 70, a linguagem ADA foi desenvolvida e baptizada em honra de Ada Lovelace. É baseada em PASCAL, uma linguagem desenhada para ser legível e facilmente mantida.
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Também publicou uma coleção de notas sobre o Engenho Analítico.
Nasceu 1815.
O seu nome de baptismo foi Augusta Ada King, Lady Lovelace para a posteridade. O seu pai era Lord Byron, o famoso poeta romântico.
Ada foi educada como muitos aristocratas da época, por tutores pessoais. Manifestou desde cedo uma enorme apetência para a Matemática - os estudos mais avançados foram feitos sob a supervisão de De Morgan. Considerada a primeira programadora de computadores, trabalhou com Charles Babbage, escrevendo inúmeros pareceres sobre o seu Differencial Engine e Analytical Engine.
Morreu em 1852.
Nos anos 70, a linguagem ADA foi desenvolvida e baptizada em honra de Ada Lovelace. É baseada em PASCAL, uma linguagem desenhada para ser legível e facilmente mantida.
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DIFERENÇAS ENTRE ALGORITMO E PROGRAMA
Um algoritmo é uma sequência de passos para realizar uma tarefa ou resolver um problema. Em nosso dia a dia utilizamos algoritmos para realizar nossas actividades, definindo a sequência de actividades que devemos fazer para atingir um objectivo.
Um algoritmo é, num certo sentido, um programa abstracto — dizendo de outra forma, um programa é um algoritmo concretizado. Os programas são visualizados mais facilmente como uma colecção de algoritmos menores combinados de um modo único — da mesma forma que uma casa é construída a partir de componentes.
Dessa forma, um algoritmo é uma descrição passo a passo de como o computador irá executar uma operação específica, como, por exemplo, uma ordenação. Um programa, por outro lado, é uma entidade que na verdade implementa uma ou mais operações de forma que seja útil para as pessoas que o utilizam.
Um algoritmo é, num certo sentido, um programa abstracto — dizendo de outra forma, um programa é um algoritmo concretizado. Os programas são visualizados mais facilmente como uma colecção de algoritmos menores combinados de um modo único — da mesma forma que uma casa é construída a partir de componentes.
Dessa forma, um algoritmo é uma descrição passo a passo de como o computador irá executar uma operação específica, como, por exemplo, uma ordenação. Um programa, por outro lado, é uma entidade que na verdade implementa uma ou mais operações de forma que seja útil para as pessoas que o utilizam.
quinta-feira, 27 de abril de 2017
Programação
Conceito de programação:
Programação é a acção e o efeito de programar. Este verbo tem várias acepções, entre elas: idealizar e ordenar as acções que vão ser realizadas no âmbito de um projecto; o anúncio das partes que compõem um acto ou espectáculo; a preparação de máquinas para cumprirem uma determinada tarefa a um dado momento; a elaboração de programas para a resolução de problemas através de computadores; e a preparação dos dados necessários para obter uma solução de um problema com uma calculadora electrónica
Linguagens de programação:
Existem dois tipos de linguagens de programação: as de baixo nível e as de alto nível. Os computadores interpretam tudo como números em base binária, ou seja, só entendem zero e um. As linguagens de baixo nível são interpretadas diretamente pelo computador, tendo um resultado rápido, porém é muito difícil e incômodo se trabalhar com elas. Exemplos de linguagens de baixo nível são a linguagem binária e a linguagem Assembly.
Programação é a acção e o efeito de programar. Este verbo tem várias acepções, entre elas: idealizar e ordenar as acções que vão ser realizadas no âmbito de um projecto; o anúncio das partes que compõem um acto ou espectáculo; a preparação de máquinas para cumprirem uma determinada tarefa a um dado momento; a elaboração de programas para a resolução de problemas através de computadores; e a preparação dos dados necessários para obter uma solução de um problema com uma calculadora electrónica
Linguagens de programação:
Existem dois tipos de linguagens de programação: as de baixo nível e as de alto nível. Os computadores interpretam tudo como números em base binária, ou seja, só entendem zero e um. As linguagens de baixo nível são interpretadas diretamente pelo computador, tendo um resultado rápido, porém é muito difícil e incômodo se trabalhar com elas. Exemplos de linguagens de baixo nível são a linguagem binária e a linguagem Assembly.
Exemplo de código em Assembly:
MOV r0, #0C ;load base address of string into r0
LOAD: MOV r1,(r0) ;load contents into r1
CALL PRINT ; call a print routine to print the character in r1
INC r0 ;point to next character
JMP LOAD ;load next character
LOAD: MOV r1,(r0) ;load contents into r1
CALL PRINT ; call a print routine to print the character in r1
INC r0 ;point to next character
JMP LOAD ;load next character
Já as linguagens de alto nível são mais fáceis de se trabalhar e de entender, as ações são representadas por palavras de ordem (exemplo faça, imprima, etc) geralmente em inglês, foram feitos assim para facilitar a memorização e a lógica. Elas não são interpretadas diretamente pelo computador, sendo necessário traduzí-las para linguagem binária utilizando-se de um programa chamado compilador.
Exemplo de código PHP (alto nível)
print ("Bem vindos visitantes do InfoEscola!");
print (" Vamos contar até 50:");
for($x=1;$x<=50;$x++) {
print $x;
print " ";
}
print (" Vamos contar até 50:");
for($x=1;$x<=50;$x++) {
print $x;
print " ";
}
if(4 == 2) {
print ("Fim do mundo! 4 é igual a 2!");
} else {
print ("Ufa! 4 é diferente de 2");
}
?>
print ("Fim do mundo! 4 é igual a 2!");
} else {
print ("Ufa! 4 é diferente de 2");
}
?>
terça-feira, 4 de abril de 2017
Balanço de final de Período
Balanço de final de Período
Neste segundo período os principais temas abordados foram o photoshop e corel draw.
Abordou-se também algumas propriedades do som.
Os temas abordados neste período foram bastante interessantes, principalmente os do photoshop e do corel draw, pois mesmo no nosso dia a dia podemos fazer algumas brincadeiras com isso.
Espero que no próximo período os temas sejam tão interessante como estes.
terça-feira, 21 de março de 2017
Formatos comprimidos
Ficheiros de áudio comprimidos
A compressão de ficheiros de áudio tem como objetivo diminuir o tamanho de armazenamento, de modo a ficarem com uma qualidade idêntica. Assim, a compressão de ficheiros áudio divide-se em dois grupos gerais, a compressão com perdas e a compressão sem perdas.


Com perdas:
Motion Picture Experts Group (MPEG): Familia de standards para audio e para video que inclui o MPEG 1, o MPEG 2, o MPEG 1 Layer 3 (MP3) e o MPEG 4.
Quick Time Audio: É, essencialmente, uma tecnologia MPEG 4, suportando áudio, vídeo e o formato MP3. A extensão dos ficheiros é qt ou mov.
Windows Media Audio: Formato de áudio digital da Microsoft desenvolvido como um formato alternativo ao MP3. A extensão dos ficheiros é wma.
Sem perdas:
Windows Media Audio Lossless: Formato da Microsoft disponível nas versões 9 e 10 do Windows Media Player que usa a mesma extensão do formato wma.
Apple Lossless Audio Codec: Formato disponível para ser usado com a Apple’s iTunes e o iPod, que tem como extensão m4a.
A compressão de ficheiros de áudio tem como objetivo diminuir o tamanho de armazenamento, de modo a ficarem com uma qualidade idêntica. Assim, a compressão de ficheiros áudio divide-se em dois grupos gerais, a compressão com perdas e a compressão sem perdas.
Com perdas:
Motion Picture Experts Group (MPEG): Familia de standards para audio e para video que inclui o MPEG 1, o MPEG 2, o MPEG 1 Layer 3 (MP3) e o MPEG 4.
Quick Time Audio: É, essencialmente, uma tecnologia MPEG 4, suportando áudio, vídeo e o formato MP3. A extensão dos ficheiros é qt ou mov.
Windows Media Audio: Formato de áudio digital da Microsoft desenvolvido como um formato alternativo ao MP3. A extensão dos ficheiros é wma.
Sem perdas:
Windows Media Audio Lossless: Formato da Microsoft disponível nas versões 9 e 10 do Windows Media Player que usa a mesma extensão do formato wma.
Apple Lossless Audio Codec: Formato disponível para ser usado com a Apple’s iTunes e o iPod, que tem como extensão m4a.
Formatos não comprimidos
Ficheiros de áudio e não comprimidos
Os ficheiros de áudio digital podem adotar os formatos não comprimidos ou comprimidos, dando origem a ficheiros tanto diferentes em tamanho, como em qualidade do áudio gravado.
Ficheiros de áudio não comprimidos
Os ficheiros de áudio não comprimidos, que têm origem em sistemas operativos, dão origem a ficheiros de armazenamento de tamanho muito grande, que se classificam de seis maneiras diferentes.
Waveform áudio : Formato de áudio digital proveniente do sistema operativo Windows com extensão wav.
Audio Interchange File Format: Formato de áudio digital com extensão aiff ou aif usado pela Apple.
Audio: Formato de áudio digital com extensão au utilizado pelo sistema operativo U nix e pela Sun.
Sound: Formato de áudio digital idêntico ao áudio, mas com extensão snd.
Musical Instrument Digital Interface: Não são exatamente formatos de áudio digital, sendo sim ficheiros mindi, mas por armazenarem notas musicais encontram-se nesta categoria. São muito utilizados para conectar teclados eletrónicos, sintetizadores e outros instrumentos eletrónicos ao computador. Apresentam extensão mid.
Compact Disc Digital Audio: Formato de áudio digital, que tem como extensão cda, que é usado para codificar música em discos comerciais, não sendo guardado nos computadores e sendo fundamental convertê-lo para o conseguir.
Som
O que é o som?
O som é uma onda longitudinal, que só se propaga em meios materiais (sólidos, líquidos ou gases). Ao contrário do que ocorre com a luz, o som não pode se propagar no vácuo, ou seja, não é possível perceber o som se não existir um meio material entre o corpo que vibra e o nosso ouvido.
O som é uma onda longitudinal que só se propaga em meios materiais e que tem frequência compreendida na faixa entre 20 e 20 000 hertz.
Todos os fenômenos sonoros estão relacionados às vibrações dos corpos materiais. Quando escutamos um som é porque um determinado corpo está vibrando, produzindo aquele som. Quando falamos o som é emitido pela vibração das cordas vocais; quando batemos em um tambor com um pedaço de madeira ou com a própria mão, fazemos esse corpo vibrar produzindo o som; quando as cordas de um violão ou violino se movimentam elas vibram e emitem sons.
Todos esses exemplos de corpos materiais são fontes emissoras de som, pois quando vibram emitem sons que se propagam no meio material, ou seja, no ar. Esses sons penetram no nosso ouvido provocando sensações sonoras.
Todos esses exemplos de corpos materiais são fontes emissoras de som, pois quando vibram emitem sons que se propagam no meio material, ou seja, no ar. Esses sons penetram no nosso ouvido provocando sensações sonoras.
O som é uma onda longitudinal, que só se propaga em meios materiais (sólidos, líquidos ou gases). Ao contrário do que ocorre com a luz, o som não pode se propagar no vácuo, ou seja, não é possível perceber o som se não existir um meio material entre o corpo que vibra e o nosso ouvido.
O que é o audio digital?
O som digital, ou áudio digital, consiste na representação digital de uma onda sonora por meio de código binário. O processo que envolve, na captação ou gravação, a conversão do som analógico para digital (ADC, Analog to digital converter) e, na reprodução, a conversão do som digital para analógico (DAC, Digital to analog converter) permite que o som seja armazenado e reproduzido por meio de um CD, MiniDisc ou DAT, de bandas sonoras de filmes digitais, de arquivos de áudio em diversos formatos, como WAV, AIFF, MP3, OGG, e de outros meios.
O processo de conversão do som analógico para digital acarreta uma perda e é sabido que o som digital nunca poderá representar o som analógico de maneira plena. No entanto, a evolução tecnológica dos processos de conversão atingiu um grau elevado de precisão ao ponto de não deixar transparecer nenhuma distinção perceptível ao ouvido humano entre o som analógico e sua representação digital.
quinta-feira, 16 de março de 2017
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Movimento Código de Portugal
O Movimento Código Portugal é uma campanha de mobilização nacional de consciencialização para
a importância da literacia digital e computacional como fatores de realização individual e coletiva
nas sociedades modernas, abraçando a Iniciativa Competências Digitais.
É uma iniciativa promovida pelo Governo, através das áreas da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Educação, a Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e o Instituto Superior Técnico.
Na nossa opinião pensamos que a atividade teve um balanço positivo pois testou a nossa intelegência de uma for ma mais devertida,
É uma iniciativa promovida pelo Governo, através das áreas da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Educação, a Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e o Instituto Superior Técnico.
Na nossa opinião pensamos que a atividade teve um balanço positivo pois testou a nossa intelegência de uma for ma mais devertida,
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Imagem Vetorial
Imagem Vetorial
Enquanto em uma imagem bitmap temos uma matriz de cores de pixels que define a imagem, na imagem vetorial temos pontos com posicionamento livre, que são ligados por linhas que formam o desenho. O formato vetorial baseia-se em fórmulas matemáticas. Nestas imagens não há perda de definição. Este benefício vem do fato que termos um objecto definido pela ligação de pontos no espaço que podem ser representados na tela em qualquer escala.
Um exemplo de um fortmato de imagem vetorial é o CDR é o formato nativo do programa de gráficos vetoriais Corel Draw, sendo válido para PC e MAC. É um formato vetorial, porém admite a inclusão de elementos de mapa de bits (integrados ou vinculados a arquivos externos), podendo levar ademais cabeçalho de pré-visualização. É um dos formatos com mais possibilidades com respeito à cor, à qualidade dos desenhos e ao manejo de fontes, podendo conter os textos traçados ou com fontes incluídas.
Uma das principais desvantagens deste formato é sua falta de compatibilidade com o resto de aplicações gráficas, ao ser estas incapazes de armazenar imagens sob este formato.
Formatos de ficheiros de imagem Bitmap
Formatos de ficheiros de imagem Bitmap
BMP
O BMP é um formato muito popular, devido ao programa de pintura do Windows, o Paint. É o formato mais comum e não inclui, até ao momento, nenhum algoritmo de compressão. Um ficheiro BMP é um ficheiro bitmap, ou seja, um ficheiro de imagem gráfico que armazena os pixéis sob a forma de quadro de pontos e gerindo as cores, quer em cor verdadeira, quer graças a uma paleta indexada.
GIF
GIF (Graphics Interchange Format) é um formato de imagem de mapa de bits muito usado na internet, quer para imagens fixas, quer para animações. Um GIF animado é o termo dado às animações formadas por várias imagens GIF compactadas numa só. Não suporta mais do que 256 cores (8 bits de cor) e é lido por muitos programas; O sucesso deste formato na Web deve-se a particularidades como a transparência, a animação e o entrelaçamento.
JPEG
JPEG é um método de compressão de imagens fotográficas e também é considerado como um formato de arquivo. O JPEG permite comprimir um arquivo e obter como resultado final uma imagem com qualidade razoável e de pequeno tamanho. A relação entre qualidade e tamanho da imagem diferencia o JPEG dos outros formatos, porque facilita o armazenamento e distribuição de arquivos. O JPEG é comumente utilizado na criação de imagens em câmaras digitais, já que possui a capacidade de trabalhar com cerca de 16,8 milhões de cores (24 bits).
PDF
PDF é um formato portátil para documentos (Portable Document Format) desenvolvido por Adobe Systems e muito usado na Internet devido a sua versatilidade, facilidade de uso e tamanho pequeno. Um documento PDF tem a mesma aparência, cor, tipo de imprensa, gráficos e formato que um documento impresso. Mesmo sem a permissão de edição do ficheiro que guarda, o PDF permite copiar textos e imagens do documento para outro arquivo. Este tipo de arquivo é muito utilizado na hora de compartilhar informação gráfica ou de texto.
PNG
PNG é um formato de dados utilizado para imagens.Esse formato tem uma maior gama de profundidade de cores, alta compressão, entre outros. Além disso, o formato PNG permite comprimir as imagens sem perda de qualidade e retirar o fundo de imagens com o uso do canal alfa. Por isso é um formato válido para imagens que precisam manter 100% da qualidade para reuso. Pode ser usado na maioria dos programas de edição de imagens.
TIFF
O formato TIF ou TIFF (Tagged Image File Format) é um formato de ficheiro gráfico bitmap. O formato TIFF é um antigo formato gráfico, permitindo armazenar imagens bitmap de dimensão considerável sem perda de qualidade e independentemente das plataformas ou dos periféricos utilizados. O formato TIFF permite armazenar imagens a preto e branco, a cores reais (True color, até 32 bits por pixéis) bem como imagens indexadas, fazendo uso de uma paleta de cores.
Compressão com perdas e sem perdas de dados
Compressão com perdas e sem perdas de dados
Compressão sem perdas: quando a compressão, seguida pela descompressão, preserva integralmente os dados da imagem. Tipos de compressão sem perda de dados: GIF, PNG, JPEG 2000, TIFF.
Compressão com perdas: quando a compressão, seguida pela descompressão, conduz à perda de alguma informação da imagem (que pode ou não ser aparente ao sistema visual humano). A imagem descomprimida terá uma qualidade inferior à imagem original. Tipos de compressão com perda de dados: BMP, JPEG, Fractal compression, Wavelet compression.
Modelo YUV
Modelo YUV
Aplicações:
O modelo YUV é adequado para as televisões a cores, uma vez que permite enviar a informação da cor separada da informação de luminância. Assim, os sinais de televisão a preto e branco e os sinais a cores são facilmente separados. Este modelo também é adequado para sinais de vídeo.
Modelo HSV
Modelo HSV
O valor traduz a luminosidade (luz refletida) ou o brilho (luz emitida) de uma cor, ou seja, se uma cor é mais clara ou mais escura, indicando a quantidade de luz que a mesma contém. Por outras palavras, esta grandeza indica a quantidade de preto e exprime-se num valor percentual entre 0 e 100%. Assim, a tonalidade e a saturação são elementos de crominância e a luminosidade e o brilho são elementos da luminância.
Aplicações:
O modelo HSV é utilizado na mistura de cores do ponto de vista artístico, pois para os artistas plásticos este modelo é mais intuitivo de utilizar que o modelo RGB. Sendo assim, estes obtêm as cores das suas pinturas através da combinação da tonalidade com elementos de brilho e saturação e não através de combinações de vermelho, verde e azul.
Modelo CMYK
Modelo CMYK
O padrão CMYK (Cyan, Magenta, Yellow, Black) emprega as cores Ciano, Magenta, Amarelo e Preto, e é utilizada para produção de materiais impressos.
A proposta principal do RGB é reproduzir cores em monitores de TV e computadores de maneira fiel, enquanto a proposta do CMYK reproduzir da maneira mais fiel possível a maioria das cores do espectro visível. Por isso o CMYK é o esquema utilizado pela indústria gráfica.
Em softwares como o Photoshop e o CorelDraw, pode-se observar exemplos da mistura de cores nos padrões RGB e CMYK, e o valor das cores presentes em cada mistura. Com o padrão CMYK, há alguns detalhes importantes a serem discutidos. O padrão CMYK representado nos softwares de imagens é baseado na mistura de cores no computador, enquanto o modelo CMYK usado em gráficas é baseado na mistura de tintas sobre o papel. Dessa forma, é necessário estudar com cuidado o material a ser impresso, pois nem todas as cores podem ser reproduzidas da mesma maneira quando transferidas do computador para o papel.
Se a sua imagem foi reproduzida no modo RGB, é possível convertê-la facilmente para o modelo CMYK com um software de edição de imagens. Basta verificar o resto do nosso FAQ e tutoriais para saber como fazer a conversão
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